A dificuldade de administração dos recursos pelos estados se mostra claramente. Como em todo o Brasil, o sistema penitenciário de Goiás deixa a desejar.
Quando falo que deixa a desejar é por um único motivo: falta de dinheiro. Não há como organizar um presídio se não houver recursos para isso. Não há como dar boa alimentação, boa estadia e levar a diante programas de reabilitação se não houver capital.
Uma das maiores preocupações dentro do sistema penitenciário, além da superlotação, é a manutenção dos detentos.
Uma maneira que acharam para resolver a questão da falta de dinheiro na administração dos presídios foi à criação de programas que visam à reabilitação dos detentos, além de ajudar na manutenção do próprio sistema.
.
Através de várias parcerias, especificadamente mais de 100, esses programas foram desenvolvidos nos presídios de Goiás, dando destaque ao sistema do Estado.
Representantes de outros Estados já vieram conhecer os projetos desenvolvidos aqui. Constantemente recebem visitas de representantes de Brasília, Paraná, Rio Grande do Sul e Estados do Nordeste.
Dentre esses programas, podemos destacar o programa Cio da Terra, onde os detentos são colocados para plantar, colher, cultivar e produzir dentro do sistema prisional.
Além da questão da alimentação há também projetos que se preocupam com a educação dos detentos, disponibilizando a eles aulas e livros para lerem.
A grande questão é que quando uma pessoa é presa tem como objetivo deixa-la longe da sociedade para que se reabilite, ou seja, para que ela pense no que fez e veja que cometeu um crime, e que não cometerá o mesmo ato novamente.
Mas infelizmente isso ocorre com a minoria. O sistema é tão precário que trás revolta, discórdia, confusões, enfim, nada do programado.
Mesmo com todos esses projetos, com ajudas de voluntários o sistema ainda é muito precário.
Nenhum comentário:
Postar um comentário