segunda-feira, 22 de outubro de 2007

País de terceiro mundo???

por Freitas Netto

O Brasil é um país emergente (adoro essa expressão)!

Mas só nas áreas voltadas para a população.

No Congresso a coisa é bem diferente... somos muito mais ricos que qualquer país da Europa.


Não entendeu? Assista esse vídeo:






R$ 11 mil o minutinho????

E ainda nos chamam de emergentes!

Salário mínimo é para fracos!


Essa matéria foi transmitida no dia 28 de Junho, no telejornal Bom Dia Brasil, da Rede Globo

sábado, 20 de outubro de 2007

Nem Mãe Dinah, nem Walter Mercado, apenas articulações políticas

por Freitas Netto

Quando o presidente afastado do Senado, Renan Calheiros, pediu a licença do cargo, eu escrevi um artigo nesse blog fazendo “previsões” do que aconteceria de agora para frente.

Um dos acontecimentos que citei foi que o PT faria de tudo para que o Renan se afastasse definitivamente, assim, Tião Viana, do PT, o substituiria.

O partido, então, acabaria tendo a presidência da República e do Senado nas mãos.

E não deu outra!

Olhe essa notícia da Folha On line:

O presidente interino do Senado, Tião Viana (PT-AC) convocou reunião da Mesa Diretora para terça com a intenção de rejeitar representações do PSOL contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e o presidente licenciado da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Essa articulação para livrar a cara do Renan faz parte de uma negociação, velada é claro, entre o governo e o PSDB.

Seria mais ou menos assim, o Renan dá a presidência do Senado pro PT e o partido livra a cara do alagoano.

Olhe essa declaração do senador Tião Viana:

“Se o Renan não renunciar ao mandato, deverá ser cassado num dos quatro processos que restam contra ele. Abrir outro [processo] seria exagero”.

Enfim, Renan sai livre e o PT prorroga a CPMF!

Simples assim!

Nem precisa ser vidente!

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Fim do troca-troca

por Freitas Netto

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu hoje, por unanimidade, que a fidelidade partidária deve ser aplicada também para cargos majoritários.

Isso significa que, de agora para frente, o presidente da República, senadores, governadores e prefeitos não poderão mais mudar o partido que os elegeu.

No começo do mês, o TSE já havia aplicado a fidelidade partidária para os eleitos pelo sistema proporcional, que são os deputados estaduais, federais e vereadores.

O relator do caso, Carlos Ayres, recomendou que o político que desrespeitar a decisão e trocar a legenda partidária que o elegeu deverá perder o mandato.

O grande debate desse assunto é: de quem é o cargo, do eleito ou do partido?

O candidato usa seu nome e sua imagem para se eleger. Isso dá idéia de que o cargo e dele.

Porém, para se candidatar, o político escolhe um partido. Esse partido possui suas ideologias e suas normas.

O PT, por exemplo, tem, ou deveria ter, como ideologia a melhoria de vida dos trabalhadores, buscando alcançar os direitos desse grupo.

Então, se um candidato entrar num partido que tem uma visão e logo na frente fizer o troca-troca partidário, consequentemente, ele está trocando sua ideologia.

Isso, no meu ponto de vista, fere a confiança do povo que o elegeu.

É como se o povo votasse em uma “idéia” e depois, simplesmente, ela ser jogada de lado.

Mas, está decido!

É o fim dessa orgia louca de políticos correndo de um lado para o outro buscando interesses próprios.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Mônica Veloso x Roberto Cabrini

Vídeo em que Mônica Veloso mostra do que é capaz quando tocam no assunto: Renan Calheiros!


sábado, 13 de outubro de 2007

Vida de Jornalista

Todos os autores desse blog são estudantes de jornalismo.

E como aspirantes que somos, já sabemos das dificuldades e os imprevistos da profissão!

Mas imprevisto como esse do vídeo?

Seria muito trágico se não fosse cômico!

Só para descontrair:


sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Frase do dia

"Agora, estou feliz"
Após a decisão de licenciar do cargo por 45 dias, o (ex/futuro/licenciado/????) presidente do Senado, Renan Calheiros, revelou que está feliz, em sua vida pessoal.
Declarou ainda que foram “muito difíceis e sofridos” os últimos 140 dias.


Ohhhhhh dó

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

A Renância de Renun, ops... a Renúncia de Renan

por Freitas Netto

Ele saiu!

Aliás, se afastou.

Fez uma “renância” ao cargo!

É isso mesmo.

Veja como funciona a jogada dessa vez:

1º - Renan vai à TV Senado fazer a declaração de seu afastamento por 45 dias;

2º - O afastamento dura até ele ser julgado pelo Conselho de Ética, por quebra de decoro;

3º - Se a decisão do Conselho de Ética for pela cassação, ele renuncia ao cargo definitivamente, pois assim, não perde o mandato político e os direitos de se eleger;

4º - O PT, por sua vez, troca a renúncia de Renan por votos pela sua absolvição das acusações.

5º - Com a renúncia, Tião Viana, do PT é óbvio, assume a presidência do Senado. É o PT no poder!

Em resumo, o Renan se livra de tudo, o Senado volta a sua “normalidade” e a renovação da CPMF está garantida!

E tem gente que ainda me fala que acha política um assunto chato e monótono!


quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Chega de timidez

por Thaís Naves

Na hora de enfrentar um desafio, mãos trêmulas e coração acelerado são comuns para uma pessoa tímida.

A timidez pode atrapalhar uma carreira promissora e dificultar os relacionamentos afetivos.

Fazer atividades em grupo, praticar esportes coletivos, falar em público ou começar um namoro podem ser um grande esforço para quem é tímido.

Timidez não é doença.

Segundo psicólogos, é um padrão de comportamento que revela inibição. Pode vir acompanhada de alterações como aceleração da respiração, dos batimentos cardíacos, suor excessivo.

Muitas vezes, a timidez aparece depois de alguma frustração.

Humilhação, uma experiência negativa com uma chefia, uma experiência negativa com uma professora, todos esses exemplos podem ser desencadeadores da timidez.

Isso acontece porque na realidade, a timidez é um temor que o ser humano tem.

Dessa forma, sabendo dos riscos que uma pessoa tímida passa, e das situações constrangedoras para eles, o melhor a fazer é tratar de acabar com essa timidez.

Hoje existem cursos para aprender a falar em público, dinâmicas de grupos, tratamentos com psicólogos, enfim, métodos não faltam.

O importante é acabar com a timidez. Chega de timidez!

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Lar doce lar


por Thaíse Castro

"O quê a Vossa Excelência quer fazer com o Senado?"
Renan Calheiros

"O quê a Vossa Excelência fez com o Senado?!"
Demóstenes Torres



É fogo cruzado no Senado!

O senador Demóstenes Torres (DEM-GO), e o presidente da casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), deixaram os ânimos se exaltarem e trocaram farpas em plena tarde de terça-feira.

Exigindo o afastamento do presidente do Senado, assim como vários outros políticos, Demóstenes estorou o tempo limite de cinco minutos para se manifestar causando um grande mal estar.

Renan logo exigiu que Demosténes parasse de falar e o acusou de transformar a casa em “delegacia de polícia”.

É de se admirar quanto respeito o ilustríssimo senador Renan Calheiros dispensa ao Senado!

Do alto de sua confortável poltrona, Renan indaga a Demóstenes em quê o senador pretende transformar a casa.

Ora, estamos cansados desse troca-troca de acusações, dessas simulações de comprometimento com a verdade e a integridade de cargos públicos.

Não há em quê transformar o Senado, ele já é!

É um pardieiro onde bandidos se reúnem para fingir que trabalham a nosso favor.

A posição de Demóstenes e de tantos outros políticos que exigem o afastamento de Renan para uma melhor apuração das inúmeras acusações dão a falsa impressão de que algo honesto está sendo feito.

A forma como eles “lutam” pela seriedade e a maneira como se referem ao Senado, o chamando de “casa” é de comover.

Daqui a pouco, o Brasil, com sua memória de elefante, já tratou de se esquecer do que Renan fez. Afinal o campeonato brasileiro está chegando ao fim!

E de lá, do lar doce lar do lobo mau, do alto da confortável poltrona, Renan vai continuar com a sua cara de bom moço, imune às acusações, assistindo o Brasil e sua curta, curtíssima memória.

No plenário, a oposição anunciou o prazo para que até o dia 2 de novembro o Conselho de Ética conclua as investigações sobre Renan.

Do contrário, o PSDB e o DEM ameaçam parar os trabalhos do Senado.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

domingo, 7 de outubro de 2007

Tire-me daqui se for capaz, o filme

por Freitas Netto

Nunca antes na história desse país o caso Renan se pareceu tanto com um filme “Hollywoodiano”.

Para quem acompanha minimamente o noticiário, já deve saber que o Senador Demóstenes Torres (DEM) é um arque-inimigo do Presidente do Senado, Renan Calheiros.

A sinopse desse filme é mais ou menos assim:

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O vilão, Renan Calheiros, possui um tesouro, a cadeira sagrada da Senadolândia.
Porém, muitos segredos envolvidos podem acabar com a vida de Renan e tirá-lo do trono.
O justiceiro, Demóstenes Torres, irá usar todas as suas forças para que a justiça seja feita e que o reino de Senadolândia volte a ser um lugar bonito e limpo.
Mas, o nosso vilão irá fazer de tudo para que o seu trono não seja retirado.
Você verá, nesse filme, planos mirabolantes que envolvem espionagem e incriminações.
Não perca o filme do ano: Tire-me daqui se for capaz.

Breve, no noticiário mais próximo.

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Você não está entendendo nada?

Dê uma olhada nessa manchete da Folha:

Assessor de Renan é acusado de espionagem

“Um assessor especial do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) tentou um plano para espionar os senadores goianos Demóstenes Torres (DEM) e Marconi Perillo (PSDB), segundo disse à Folha o congressista do Democratas. "Eu tive notícias sobre isso, um amigo me contou." O amigo é Pedrinho Abrão, empresário e ex-deputado por Goiás.
Na segunda-feira, o assessor especial de Renan Francisco Escórcio, ex-senador pelo PMDB, encontrou-se com Abrão em Goiânia, no escritório do advogado Eli Dourado.
Segundo a Folha apurou, Escórcio queria ajuda de Abrão para grampear os telefones dos dois congressistas e fotografá-los embarcando em jatinhos de empresários da região.”

Esqueça essa história de pizza.

O negócio agora é comprar pipoca.

Sente-se confortavelmente na sua poltrona porque esse filme vai ser longo.

E o final pode não ser feliz.

sábado, 6 de outubro de 2007

Outro lado do Brasil

por Thaís Naves

Violência, corrupção, tráfico de drogas, miséria, falta de educação, calor, trânsito... Nossa, tem dia que as notícias são cruéis, uma pior que a outra.

E do jeito que o nosso país está, noticia boa é raridade.


Hoje, assistindo o jornal, me deparei com uma notícia que me deixou bem e que me fez acreditar e ter esperança que a nação brasileira ainda pode ser completamente feliz.

Quase 27 mil brasileiros estão na fila do transplante de córnea e 335 esperam por um coração.

Mas esse problema vem diminuindo, graças a ação de alguns brasileiros que, em um momento de dor, se lembram de ajudar outros brasileiros.

Podemos citar vários exemplos de pessoas que salvaram a vida de outra. O número de brasileiros solidários que doam órgãos aumenta, e a esperança de quem precisa também.

Mas um problema que existe em relação à doação de órgãos é quando envolve as crianças.
Na fila dos transplantes, as crianças têm prioridade.

Mas conseguir órgãos do tamanho ideal para elas é muito difícil.

Voltando ao jornal, na reportagem que assisti apareceram vários exemplos de pessoas que hoje estão vivas devido a doações que receberam.

Mostraram até o exemplo de uma criança.

Dentro todos esses exemplos uma semelhança: a gratidão estampada no rosto de cada uma delas.

Sabe, definitivamente hoje vou dormir bem. E antes de dormir pedir a Deus que ilumine a vida de cada brasileiro.

Nosso país ainda tem solução.

Nem tudo está perdido.

Sinceramente, eu acredito nisso.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Retrato da classe média

por Freitas Netto

Pessoal, vi esse vídeo no youtube e achei fenomenal.

É o retrato da nossa classe média brasileira.

Assista e veja se você se encaixa.

A música é muito boa.

Cabe aí a dica desse blogueiro e pseudo-jornalista.


quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Cutucando uma ferida histórica do Brasil

por Freitas Netto

Certa vez li um artigo de um jornalista (não me lembro mais o nome) que dizia que os brasileiros não davam importância para a democracia.

O embasamento vinha do fato dele ter vivido a época da ditadura militar no Brasil.

Ele foi torturado nos porões da ditadura por ter lutado pelo direito de escolher os seus representantes.

Ele fazia uma comparação entre aquele período e os dias de hoje.

Mostrava que as pessoas morriam pelo seu direito à liberdade e que hoje em dia o Governo tem que fazer campanhas para que as pessoas votem e escolham seus representantes.

Hoje, vejo o que realmente foi a ditadura militar através das poucas imagens daquele país Asiático, o Mianmar.

Trecho extraído da Folha On Line:

“Mianmar é um país da Ásia meridional governado por uma junta militar desde 1988 que reprime com força manifestações a favor da democracia. Em setembro, monges budistas aderiram aos protestos -- os maiores em 20 anos.

Manifestações diárias vêm reunindo centenas de milhares de pessoas que exigem o fim dos 45 anos de ditadura militar.

Durante os protestos, a multidão gritava: Queremos liberdade, queremos liberdade!.”

Para evitar a divulgação de imagens e dos fatos que estavam ocorrendo naquele país, a junta militar de Mianmar mandou cortar o acesso à internet da população.

Em pensar que nosso país já passou por isso, que nossa imprensa foi censurada de forma descarada e muitos morreram tentando defender a liberdade de expressão e a democracia.

Em pensar que um blog simples como esse, onde eu e as garotas divulgamos nossas idéias, seria motivo para que fossemos para um porão de tortura como traidores da nação. (claro que na época não existia internet).

Hoje compreendi o sentimento de indignação daquele jornalista que foi torturado.

Depois de tanta luta para alcançar a liberdade e a democracia, ter que ver Renan Calheiros, Frank Aguiar, Clodovil, Lula e muitos outros sendo eleitos pelo povo, deve ser difícil.

Não apenas para ele, mas para todos que, como eu, acreditam que a democracia é coisa séria!

E por fim, quero agradecer a todos que dão valor a esse blog e as idéias “ingênuas” postadas pelos seus autores.

Viva a liberdade de expressão e a seriedade política!

Vídeo de Mianmar:
Polícia atira e mata repórter

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Precariedade X Projetos

por Thaís Naves

A segurança pública no Brasil continua sendo um problema para os governos estaduais quando o assunto é a relação entre orçamento e financiamento.

A dificuldade de administração dos recursos pelos estados se mostra claramente. Como em todo o Brasil, o sistema penitenciário de Goiás deixa a desejar.

Quando falo que deixa a desejar é por um único motivo: falta de dinheiro. Não há como organizar um presídio se não houver recursos para isso. Não há como dar boa alimentação, boa estadia e levar a diante programas de reabilitação se não houver capital.

Uma das maiores preocupações dentro do sistema penitenciário, além da superlotação, é a manutenção dos detentos.

Uma maneira que acharam para resolver a questão da falta de dinheiro na administração dos presídios foi à criação de programas que visam à reabilitação dos detentos, além de ajudar na manutenção do próprio sistema.
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Através de várias parcerias, especificadamente mais de 100, esses programas foram desenvolvidos nos presídios de Goiás, dando destaque ao sistema do Estado.

Representantes de outros Estados já vieram conhecer os projetos desenvolvidos aqui. Constantemente recebem visitas de representantes de Brasília, Paraná, Rio Grande do Sul e Estados do Nordeste.

Dentre esses programas, podemos destacar o programa Cio da Terra, onde os detentos são colocados para plantar, colher, cultivar e produzir dentro do sistema prisional.

Além da questão da alimentação há também projetos que se preocupam com a educação dos detentos, disponibilizando a eles aulas e livros para lerem.

A grande questão é que quando uma pessoa é presa tem como objetivo deixa-la longe da sociedade para que se reabilite, ou seja, para que ela pense no que fez e veja que cometeu um crime, e que não cometerá o mesmo ato novamente.

Mas infelizmente isso ocorre com a minoria. O sistema é tão precário que trás revolta, discórdia, confusões, enfim, nada do programado.

Mesmo com todos esses projetos, com ajudas de voluntários o sistema ainda é muito precário.

A solução seria talvez o governo federal liberar mais verbas, os Estados administrarem melhor essa verba, e juntos desenvolverem um sistema penitenciário único e eficaz.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Quem paga mais?

por Thaíse Castro



Nesta semana foi realizado o primeiro leilão de carbono no Brasil e na América Latina, na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F).

O banco Belgo-holandês Fortis comprou os 808.450 créditos oferecidos pela prefeitura de São Paulo a 16,20 euros cada, totalizando 13,1 milhões de euros (R$ 34 milhões ao câmbio do dia do leilão, 26 de setembro).

Criado em 1997, quando foi aprovado o texto final do Protocolo de Quioto, o Crédito de Carbono propõe um equilíbrio nas emissões de gases do efeito estufa (GEE).

O peculiar do que é proposto por Quioto é a transformação da emissão de gases poluentes em mercadorias, mercadorias muito caras.

Os países que não conseguem atingir as metas de reduções de emissões de gases de efeito estufa, tornam-se compradores de créditos de carbono.

Já, aqueles países que conseguiram diminuir suas emissões abaixo das cotas propostas, podem vender o excedente no mercado nacional ou internacional.

Em um período de tentativa de conscientização da população mundial para os riscos eminentes da poluição, os grandes países brigam pelo direito de poluir. E brigam com uma de suas armas mais poderosas: o dinheiro.

No período da criação do Crédito de Carbono, há longínquos 10 anos, tudo bem se a filosofia era tentar não piorar, tentar não aumentar a emissão de gases poluentes.

Mas, hoje, o Crédito se torna uma vantagem rentável para os países que não conseguem diminuir as emissões, e que, sinceramente, não se mostram interessados em diminuir ou desenvolver uma política de conscientização.

O problema apenas muda de lugar, a poluição apenas muda de endereço.

Se São Paulo, ou qualquer outra cidade de um país em desenvolvimento, diminui as emissões de gases do efeito estufa, ótimo, isso deveria ser um alívio para a Terra.

O alívio, na verdade, é dos grandes poluidores atuais, que graças aos primos pobres do terceiro mundo, ufa, podem produzir mais, poluir mais e a todo vapor, literalmente.

Interessante seria se ao diminuir o total de emissões, um país pudesse vender só metade do que economizou. Assim faríamos, verdadeiramente, uma política de redução de poluição.

Mas, é claro que tal atitude é descabida para aqueles que dominam a economia mundial, e pouco estão interessados na responsabilidade social, na economia sustentável ou na preservação.

Enquanto nada muda, e acredito que ainda por muito tempo não mudará, continuaremos economizando daqui, para gastarem por lá!